TETO VIVO

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VEJA FOTOS DE TETOS VIVOS EXECUTADOS SOB NOSSA SUPERVISÃO 

A técnica construtiva de execução de TETO VIVO (telhado verde, cobertura gramada, laje ajardinada) consiste em executar a cobertura de uma edificação com camada de terra e vetação sobre a estrutura de uma cobertura já existente ou a ser construída.

É uma das técnica de cobertura mais antigas usada pelo homem para se proteger das intempéries como a neve e o calor excessivo

Os primeiros registros do uso do Teto Vivo datam do ano de 605 aC, quando foram descobertos vestígios da existência dos Jardins Suspensos da Babilônia (atual Iraque). Uma majestosa estrutura construída pelo rei Nabucodonosor II, para sua esposa, Amyitis.

Desde da Idade Média a cobertura viva era largamente usada. Existem registros de usos dessa técnica em ruínas de construções na Escandinávia (Suécia e Noruega) e também na Finlândia.

Conhecidos tradicionalmente como Telhados de Turfa (relva) ou Telhado de Céspede. Eram estruturados com madeiras roliças e cascas da árvore Bétula (Vidoeiro), que eram resistentes e impermeáveis.

Sobre a estrutura era colocada uma camada de capim seco para servir de dreno e logo acima eram colocados blocos de terra com Turfa, encontrados e retirados inteiros do entorno de onde se iria construir. Em tempos menos severos, nascia a relva sobre os blocos de terra, formando assim os Tetos Vivos.

Na Arquitetura Modernista o terraço - jardim era proposto como espaço de convivência e lazer. O conceito foi desenvolvido por Le Corbusier na década de 1920, fazendo parte de seus cinco pontos para nova arquitetura. Sua idéia foi a de "recuperar" aos cidadãos o espaço ocupado pela construção (espaço "subtraído" ao solo) na cobertura do edifício.

Dentre as principais vantagens dos usos dos tetos vivos podemos destacar: 

1  - Conforto acústico e térmico de até 30% em relação às coberturas convencionais

2  -  Captação e filtragem de água de chuva, podendo ser utilizada em vasos sanitários, lavatórios, chuveiros e para irrigação

3  -  Diminuição da variação de temperatura no interior das edificações e bioclimatização do entorno próximo, com formação de habitats e micro-climas agradáveis

4  -  Filtragem de poluentes do ar pela vegetação

5  -  Aumento das áreas permeáveis e do tempo de infiltração de água de chuva, minimizando as enchentes nas metrópoles 

6  -  Retirada de CO2 da atmosfera absorvido pela vegetação, minimizando o efeito estufa.

7  - Alta durabilidade, baixo custo energético e bela estética. 

www.biohabitate.com.br

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